sábado, 9 de dezembro de 2006

Talvez já não consiga dizer muito porque a essência sempre me fez tratar pessoas como interpretações e sentimentos. E dava forma às palavras com onirismo, enchendo-as de lua. Via deuses na chuva.
Volto aos textos antigos, critico a mim mesma e junto poesias isoladas de cada um para me acordar. Não adianta.
Não sei se sou eu que, de tanto me prender a mim para não derreter, parei de ver valor nos outros, ou se já estão tão corrompidos que parei de me entregar.
Preciso de não ler todos os livros do mundo ao mesmo tempo, de não me perder em todos eles sem alcançar algum lugar. Preciso de estabilidade, reciprocidade, altruísmo e toque e não sei como buscar.
É como uma guerra... a luta é árdua e na verdade não existe glória: antes, durante e depois do caos, pessoas são só pessoas.

3 comentários:

Otavio Cohen disse...

Se eu tivesse um conselho pra dar, eu já teria resolvido os meus problemas. Acho que todos nós precisamos de um pouco de paciência com o processo da vida.
Enfim, acho que a nossa hora chega um dia. Quem diria, o senhor pessimismo dizendo isso, né. Mas o meu pessimismo eu guardo pros meus textos. Nos seus eu só posso acreditar que tudo vai dar certo.

kleine kaugummi disse...

sei como é esperar por um dia, aquele sabe ?
aquele em q vejo aquela parte tão distante de mim, pedaço meu q ainda longe está.
mas falta pouco, eu penso.
o tempo passa rápido,
nada q abraço, música e chocolate não salve.

se precisar, grita ?
eu prometo q corro até aí pra brincarmos de jogo-da-velha.

=^.^=

alter disse...

sou como vc então não adianta dizer nada
as vezes da vontade de mudar mas logo passa

=*****