sábado, 17 de fevereiro de 2007

"Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos."

O que doeu mais foram aqueles segundinhos em que e a gente se olhou sem falar nada. Porque eu pude memorizar cada linha do seu rosto prá depois saber que eu realmente poderia ter te amado. Eu juro.

3 comentários:

Otavio disse...

então. sabe da minha opinião neh.
e tenho certeza de que vc sabe também que all the love u saved for someone u can lay on ur friends. no final, n eh tudo a mesma coisa??

kleine kaugummi disse...

sabe ?

vai ver...
amaste.
por segundos,
mas...
amaste.

=*

Coruja disse...

Gente, tão apaixonada!...
Que esquece até da lua, só não pode esquecer do sol, bee, senão já viu, né?!
acabou-se tudo! UAHUAHUHA
o sol é um must!
Vou até pegar um bronze amanhã!
Aô delicia!
Então, bee!
Se joga!
AMO! =*